Transformação operacional · Automação
Hiperautomação Jurídica
Automatize processos, não apenas tarefas isoladas.
Integrações, inteligência artificial, regras de negócio e automações ligadas ao fluxo operacional, para reduzir intervenção manual em atividades jurídicas repetitivas ou de alto volume.
| Registro | Conteúdo |
|---|---|
| Execução | o que rodou e quando |
| Entrada | dado e documento usados |
| Regra aplicada | qual critério decidiu |
| Exceção | motivo e para quem foi |
| Resultado | o que foi gerado |
Quando a regra não fecha, a demanda vai para análise humana dentro do mesmo fluxo, com prazo e responsável.
O problema
Automatizar a tarefa não resolve o processo.
Um robô que preenche um cadastro economiza minutos. Se o dado que ele preenche chega errado, ou se a exceção volta para a fila de sempre, o gargalo continua no mesmo lugar.
Automação isolada ainda cria um problema novo. Quando algo dá errado, ninguém consegue dizer o que a máquina fez, com qual dado e por qual critério.
Em atividade jurídica isso sai caro, porque a decisão precisa ser explicada depois, e a explicação precisa de registro.
Como funciona
A automação entra como etapa do fluxo.
Antes de automatizar, entendemos o problema. É o mesmo princípio do RITMO aplicado à execução.
Leitura do processo
Onde a intervenção manual acontece hoje, com que frequência e por quê.
Regra escrita antes do código
O critério que a máquina vai aplicar é definido e aprovado por quem responde pela atividade.
Execução com registro
Cada rodada guarda entrada, regra aplicada e resultado, para conferência posterior.
Exceção com dono
O que não fecha na regra vai para análise humana, dentro do mesmo fluxo, com prazo definido.
Ajuste por ciclo
O que as exceções mostram vira melhoria da regra na rodada seguinte.
Exemplos de aplicação
Onde a automação costuma entrar primeiro.
A exceção faz parte do desenho, com dono e prazo definidos.
- Ajuizamento
- Validação de documentos, montagem de dossiês, geração de peças, criação de tarefas e encaminhamento para protocolo.
- Intimações e prazos
- Leitura, extração de informações, classificação, distribuição e criação de atividades.
- Documentos
- Leitura, extração, validação, classificação e geração de documentos a partir de regras e modelos aprovados.
- Cadastros e atualizações
- Criação, atualização e enriquecimento de registros processuais em sistemas internos.
- Integrações
- Movimentação estruturada de dados entre sistemas jurídicos, ERPs, BPMS, APIs, portais e bases externas.
Quando faz sentido
Quando automatizar compensa.
A mesma atividade acontece muitas vezes por dia
Volume alto com pouca variação de critério é onde a automação devolve capacidade mais rápido.
O dado já existe em outro sistema
Alguém está copiando de um lugar para outro, e cada cópia é uma chance de erro.
O prazo depende de alguém abrir o e-mail
A entrada da informação é manual e o relógio processual já está correndo.
A conferência segue sempre o mesmo critério
Se o critério pode ser escrito, ele pode ser aplicado, e o que fugir dele vira exceção com dono.
O processo já está desenhado
Sem isso, a automação acelera o problema. O caminho começa pela consultoria.
Como começa
Começa por uma atividade, com linha de base medida.
Escolhemos uma atividade de volume conhecido e critério que dá para escrever. Antes de automatizar, medimos como ela funciona hoje.
A automação entra em produção com acompanhamento, e o resultado é comparado com essa linha de base. Se o ganho não aparecer no número, o desenho volta para a mesa.
Se a atividade ainda não tiver processo definido, o caminho começa pelo Legal Ops Consulting.
Outras frentes
Se o gargalo estiver em outro lugar.
Próximo passo
Traga a atividade que mais consome o time.
A conversa serve para entender o volume, ver se o critério pode ser escrito e definir o que será medido antes e depois.