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Transformação operacional · Automação

Hiperautomação Jurídica

Automatize processos, não apenas tarefas isoladas.

Integrações, inteligência artificial, regras de negócio e automações ligadas ao fluxo operacional, para reduzir intervenção manual em atividades jurídicas repetitivas ou de alto volume.

O que cada execução registraPor rodada
RegistroConteúdo
Execuçãoo que rodou e quando
Entradadado e documento usados
Regra aplicadaqual critério decidiu
Exceçãomotivo e para quem foi
Resultadoo que foi gerado

Quando a regra não fecha, a demanda vai para análise humana dentro do mesmo fluxo, com prazo e responsável.

O problema

Automatizar a tarefa não resolve o processo.

Um robô que preenche um cadastro economiza minutos. Se o dado que ele preenche chega errado, ou se a exceção volta para a fila de sempre, o gargalo continua no mesmo lugar.

Automação isolada ainda cria um problema novo. Quando algo dá errado, ninguém consegue dizer o que a máquina fez, com qual dado e por qual critério.

Em atividade jurídica isso sai caro, porque a decisão precisa ser explicada depois, e a explicação precisa de registro.

Como funciona

A automação entra como etapa do fluxo.

Antes de automatizar, entendemos o problema. É o mesmo princípio do RITMO aplicado à execução.

  1. Leitura do processo

    Onde a intervenção manual acontece hoje, com que frequência e por quê.

  2. Regra escrita antes do código

    O critério que a máquina vai aplicar é definido e aprovado por quem responde pela atividade.

  3. Execução com registro

    Cada rodada guarda entrada, regra aplicada e resultado, para conferência posterior.

  4. Exceção com dono

    O que não fecha na regra vai para análise humana, dentro do mesmo fluxo, com prazo definido.

  5. Ajuste por ciclo

    O que as exceções mostram vira melhoria da regra na rodada seguinte.

Exemplos de aplicação

Onde a automação costuma entrar primeiro.

A exceção faz parte do desenho, com dono e prazo definidos.

Ajuizamento
Validação de documentos, montagem de dossiês, geração de peças, criação de tarefas e encaminhamento para protocolo.
Intimações e prazos
Leitura, extração de informações, classificação, distribuição e criação de atividades.
Documentos
Leitura, extração, validação, classificação e geração de documentos a partir de regras e modelos aprovados.
Cadastros e atualizações
Criação, atualização e enriquecimento de registros processuais em sistemas internos.
Integrações
Movimentação estruturada de dados entre sistemas jurídicos, ERPs, BPMS, APIs, portais e bases externas.

Quando faz sentido

Quando automatizar compensa.

A mesma atividade acontece muitas vezes por dia

Volume alto com pouca variação de critério é onde a automação devolve capacidade mais rápido.

O dado já existe em outro sistema

Alguém está copiando de um lugar para outro, e cada cópia é uma chance de erro.

O prazo depende de alguém abrir o e-mail

A entrada da informação é manual e o relógio processual já está correndo.

A conferência segue sempre o mesmo critério

Se o critério pode ser escrito, ele pode ser aplicado, e o que fugir dele vira exceção com dono.

O processo já está desenhado

Sem isso, a automação acelera o problema. O caminho começa pela consultoria.

Como começa

Começa por uma atividade, com linha de base medida.

Escolhemos uma atividade de volume conhecido e critério que dá para escrever. Antes de automatizar, medimos como ela funciona hoje.

A automação entra em produção com acompanhamento, e o resultado é comparado com essa linha de base. Se o ganho não aparecer no número, o desenho volta para a mesa.

Se a atividade ainda não tiver processo definido, o caminho começa pelo Legal Ops Consulting.

Próximo passo

Traga a atividade que mais consome o time.

A conversa serve para entender o volume, ver se o critério pode ser escrito e definir o que será medido antes e depois.